O secretário da Fazenda e Planejamento poderá autorizar novos prazos para o imposto. O pagamento deve ocorrer depois da pandemia.
A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou por unanimidade, na tarde desta terça-feira (7), o Projeto de Lei 424/2020, que permite a suspensão do pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2020 em situações extraordinárias, como a pandemia de Covid-19. O pagamento do IPVA deverá ser feito depois da pandemia.
O projeto é de autoria do governador João Doria (PSDB). A aprovação do texto foi feita em sessão extraordinária da Alesp ocorrida em ambiente virtual presidida pelo deputado Cauê Macris (PSDB), presidente da Alesp, com 80 votos favoráveis e nenhum contrário.
A aprovação não dispensa do pagamento do IPVA, e sim de adequação ao momento de pandemia.
O objetivo do projeto de lei é evitar multas nesses casos e outras situações excepcionais. Ainda de acordo com o projeto, o Secretário da Fazenda e Planejamento pode autorizar a suspensão ou prorrogação dos prazos do imposto.
Com a suspensão dos atendimentos presenciais do Detran, em virtude da pandemia, os veículos novos não estão sendo emplacados, o que impossibilita o pagamento do IPVA desses automóveis.
Freio traseiro do novo Onix de Elton Quintas desmontado na concessionária para reparo Eldon Quinta
Em grupos de Whatsapp, proprietários da nova geração do Chevrolet Onix hatch têm reclamado de ruídos nas rodas traseiras, teoricamente gerados por um erro de dimensionamento das lonas dos freios a tambor.
É o caso do servidor público Freddy Renner de Freitas, de Caruaru (PE), dono de um Onix Premier 2019. “Quando utilizo o meu carro, escuto um barulho tipo estalos vindos da roda traseira direita,” contou.
Outro proprietário que relata o mesmo tipo de ruído é o estudante de design Gabriel Netto, de Bauru (SP), proprietário de um Onix 2020 versão básica.
“Meu carro faz o barulho nas rodas traseiras, parecendo aqueles carros velhos quando o freio está gasto. Já agendei um horário na concessionária para resolverem o problema”, relatou o estudante.
Por enquanto, não obtivemos nenhum registo de casos envolvendo o sedã Onix Plus, embora ambos compartilhem os mesmos componentes nos sistemas de freio.
A boa notícia para os proprietários é que, apesar de não haver ainda nenhum tipo de chamado oficial a respeito, técnicos que trabalham nas concessionárias da marca parecem já ter familiaridade com o problema.
Foi o que constatou o designer gráfico Eldon Quintas, de Manaus (AM), dono de Onix LT 2020.
“Ao relatar o problema dos estalos na traseira, que eu pensava ser suspensão, o atendente logo colocou o carro no elevador e retirou as rodas traseiras para abrir os tambores”, narrou.
“Ele me disse que as lonas vieram maiores e seria necessário desgastar as peças, além de regular o freio”, seguiu. No entanto, o defeito do Onix do manauara não foi totalmente corrigido na primeira visita.
“Ao dirigir o carro, percebi que o ruído não cessou, então levei o carro novamente e outro mecânico, que também sabia do procedimento, regulou os freios traseiros novamente. Aí o barulho parou”, completou.
O freio traseiro do Onix de Eldon desmontado: mecânico desgastou a lona para reencaixá-la no tambor Eldon Quintas
Consultando concessionárias Chevrolet em todas as regiões do Brasil, nossa reportagem conferiu que a solução apresentada tem sido a mesma utilizada no carro do El don Quintas: deixar as lonas dos freio traseiros mais fechadas, “prendendo” a roda.
Segundo mecânicos da marca ouvidos por nossa reportagem, que terão a identidade preservada, o caso se tornou uma espécie de desafio na Universidade Chevrolet, uma espécie de fórum no qual mecânicos de toda rede estudam falhas frequentes nos veículos da marca e debatem eventuais soluções.
Assim, juntamente com os responsáveis pela engenharia do fabricante, técnicos definiram provisoriamente que a melhor solução é ajustar as lonas e regular os freios traseiros até que o fabricante adote um protocolo oficial de atendimento sore o tema.
Com as discussões e resultados divulgados na Universidade Chevrolet, em breve o assunto deve enfim virar tema de uma IT (Instrução Técnica) padrão, a ser disponibilizada às concessionárias da marca de todo país.
O que ainda não se sabe é se o assunto ficará apenas no estágio de recall branco ou se há chances de virar um recall efetivo. Para tanto, o defeito precisa gerar riscos de falha dos freios e acidentes com danos físicos e/ou materiais a ocupantes do veículo e terceiros.
Convidada por QUATRO RODAS a dar mais esclarecimentos, a GM respondeu que não faria um comentário geral sobre o tema, pois “promove um aperfeiçoamento técnico contínuo de todos os itens de seus carros”.
Caso a caso, o fabricante afirmou que, dos três relatos presentes na reportagem, “um cliente foi atendido em abril de 2020 e não mencionou o tema em questão. Dos outros dois, não foram encontrados registros de reclamação”.
A empresa encerra dizendo que “fará contato” com os respectivos clientes “para marcar uma avaliação” de seus automóveis.
E o novo Mustang March 1 foi apresentado nos Estados Unidos em versão final, uma edição especial que será vendida no segundo semestre de 2021, depois de 17 anos da última edição deste modelo.
Inspirado no feito de Chuck Yeager, o primeiro a quebrar a barreira do som – Mach 1 – o Mach 1 original foi criado em 1969 e quebrou 295 recordes de velocidade e resistência nas pistas.
Como o original, o novo Mach 1 faz uma ponte entre os modelos Mustang GT e Shelby, trazendo motor V8, aprimoramentos na aerodinâmica, na suspensão e no cockpit, além de visual exclusivo.
O novo Mach 1 é o Mustang com motor V8 5.0 mais preparado para as pistas de todos os tempos, graças a uma nova frente e peças da Ford Performance emprestadas dos modelos Mustang Shelby GT350 e Shelby GT500, além de um pacote especial de dirigibilidade.
Equipado com motor V8 5.0 especialmente calibrado com mais de 480 cv de potência a 7.000 rpm e 58 kgfm de torque, o Mach 1 é uma justa homenagem ao modelo nascido há mais de 50 anos. O seu motor usa componentes revisados do Shelby GT350, como o coletor de admissão e o radiador de óleo do motor com capacidade 50% maior de refrigeração.
A nova versão incorpora décadas de aprendizado da Ford Performance, com uma frente aerodinâmica exclusiva e várias peças da Ford Performance, incluindo a transmissão manual Tremec 3160 de seis velocidades do Shelby GT350. Haverá também a opção da transmissão automática SelectShift de 10 velocidades, com conversor de torque atualizado e calibração exclusiva para maior performance.
A grade dianteira do novo Mach 1 remete ao original, com recorte em formato de nariz de tubarão e o emblema do cavalo no centro. Detalhes em cinza e preto fosco em todo o veículo criam um visual sofisticado.
O interior tem painel de instrumentos exclusivo com detalhes em alumínio e um emblema entalhado com o número do chassi do veículo. Os bancos de couro preto trazem uma faixa laranja constrastante, uma herança Mach 1.
O Mach 1 tem um design dianteiro exclusivo, com novas grades e laterais que contribuem para o seu visual único e para os requisitos mais exigentes de aerodinâmica e refrigeração.
Atrasada alguns meses devido a quarentena, finalmente a nova Fiat Strada já está na rede de concessionárias. Em sua segunda geração, a picape compacta evoluiu por completo para manter sua liderança de duas décadas de mercado. E agora a nova Strada rem realmente quatro portas, como se fosse um sedan, hatch ou SUV, acomodando três pessoas no banco de trás.
Os preços da nova Fiat Strada são estes: Endurance cabine plus (simples) R$ 63.590. Endurance cabine dupla, R$ 69.490. Freedon cabine simples R$ 74.990. Freedon cabine dupla R$ 77.990. E a topo de linha Volcano, só em cabine dupla, R$ 79.990.
Strada Endurance Plus – cabine simpes
Com a Nova Strada e a picape Toro, a Fiat conta com os dois veículos mais vendidos do Brasil no segmento de comerciais leves. No importante segmento das picapes (12,9% dos veículos comercializados no país em 2019), os dois modelos somados colocaram a marca com 41,4% das vendas na categoria no ano passado. Isso significa que, de dez picapes vendidas no país, quatro são da fabricante instalada em Betim (MG). Os números robustos da picape compacta fizeram com que sua produção batesse o recorde de um milhão de unidades em 2014. E, no ano passado, o modelo bateu seu recorde histórico de vendas com 58,2% de participação no segmento.
O visual da Nova Strada está em linha com o design bem-sucedido dos últimos lançamentos da Fiat. Mesmo inspirado nos elementos da picape Toro – vencedor de cinco prêmios nacionais e internacionais de design, inclusive o cobiçado Red Dot Award – o modelo tem identidade própria. Com influência italiana, para ser funcional e emocional ao mesmo tempo, todo o desenvolvido foi realizado no FCA Design Center Latam do Polo Automotivo Fiat, em Betim (MG).
Sua forte presença é marcada por uma frente elevada, com destaque para os faróis de LED afilados com luzes DRL (Daytime Running Light). O conjunto ótico produz 1.700 lúmens, cerca de 20% mais luminosidade que seu principal concorrente. Ainda na dianteira, a grade imponente abriga o logo script da marca no centro da peça e traz o discreto e elegante Fiat flag, que compõe a nova identidade visual que os carros da fabricante receberão daqui para frente. O capô vincado sugere a força e a robustez que caracterizam o veículo.
Na traseira, as lanternas funcionam como uma assinatura do modelo. No conjunto, o design confere à Nova Strada uma impressão visual de presença muito marcante.
Agora a Nova Strada tem maior altura do solo (de até 214 mm). Os ângulos de entrada (de até 24º) e saída de obstáculos (até 28º) estão entre os melhores da categoria.
Além disso, o novo posicionamento da suspensão traseira permitiu maior vão de carga na caçamba entre as picapes da categoria: os 1.059 mm entre as torres no compartimento de carga facilitam muito a acomodação de grandes volumes em sua grande caçamba: são 844 litros na cabine dupla e nada menos que 1.354 litros na Cabine Plus. A capacidade de carga também vai além e varia de 650 kg na versão para cinco ocupantes para até 720 kg na configuração de entrada.
E por falar em versatilidade, a Fiat trouxe mais uma inovação para a Nova Strada. A movimentação de carga agora é facilitada pela tampa traseira, que teve seu peso de manuseio amortecido em 60% por um novo sistema de mola sem perder robustez, já que suporta cargas de até 400 kg. Para fechar a tampa, o esforço é mínimo.
A moderna plataforma MPP permite uma arquitetura com equipamentos sofisticados. Como itens de série em todas as versões, a Nova Strada recebeu, entre outros recursos, controle de estabilidade, assistente de partida em rampa e controle de tração avançado E-Locker (TC+).
Trata-se de um sistema voltado para situações de off-road leve, que auxilia em manobras do veículo que se encontra em terreno escorregadio e com a roda patinando. Ao acionar a tecla TC+, o equipamento transfere mais torque para a roda com maior aderência, fazendo com que a picape vença mais obstáculos. A função é desativada automaticamente a partir de 65 km/h.
As versões Endurance são equipadas com o motor 1.4 Fire, que gera potência de 88 cv a 5.750 rpm (etanol) e 85 cv a 5.750 rpm (gasolina). Seu torque é de 12,4 kgfm com gasolina e 12,5 kgfm com etanol, ambos a 3.500 rpm.
A partir da versão Freedom, a Nova Strada dispõe de direção com assistência elétrica, sensor de pressão dos pneus, volante multifuncional, retrovisores elétricos, quadro 3,5” de TFT, capota marítima e, entre outros itens, rodas de liga leve, impulsionadas pelo moderno motor 1.3 Firefly de quatro cilindros, com 109 cv de potência a 6.250 rpm e 14,2 kgfm de torque (etanol); com gasolina, são 101 cv a 6.000 rpm e torque de 13,7 kgfm a 3.500 rpm. Trata-se do propulsor mais eficiente e econômico do segmento e com nota A de consumo pelo Inmetro.
Outro grande destaque é a nova central multimídia Uconnect 7”, um dos equipamentos mais modernos de infoentretenimento do Brasil. Com uma tela sensível ao toque de sete polegadas, traz recursos sofisticados como Apple CarPlay e Android Auto com projeção sem fio (wireless). É possível parear até dois smartphones. O sistema foi desenvolvido pela FCA no Brasil e é o mais intuitivo, funcional e amigável do mercado, melhorando de maneira significativa a experiência do usuário com o veículo, através das funções: navegação via Waze e Google Maps; música (Streaming | MP3); reconhecimento de voz (Siri | Google Voice); leitura e resposta de mensagem “handsfree” para SMS e WhatsApp, por exemplo; e integração com calendário.
A Nova Strada Volcano conta também com vidros traseiros elétricos, bancos em couro/tecido, câmera de ré, volante em couro, faróis em LED e sensor de estacionamento. A versatilidade do modelo fica ainda mais evidente com itens como capota marítima, barras longitudinais no teto e de proteção (santantônio), além dos pneus 205/60 R15 ATR. Como opcional, o cliente pode optar por exclusivas rodas de liga leve de 16 polegadas (pneus 205/55 R16).
Outro fator de grande conforto a bordo está no sistema de ar-condicionado, redimensionado especialmente na nova geração da picape, para climatizar a cabine de maneira uniforme para todos os ocupantes.
Além dos quatro airbags presentes de série nas versões de cabine dupla, o modelo dispõe de cintos de segurança frontais com pré-tensionadores e limitadores de carga, e bancos que protegem os ocupantes do efeito chicote (whiplash) na coluna cervical em acidentes.
A proteção para crianças conta com Isofix complementada por Top Tether, ancoragem superior que impede a rotação de cadeira infantil. Ainda assim, a Nova Strada foi mais longe e toda a sua área frontal recebeu cuidados especiais de proteção ao pedestre. O indivíduo fica protegido nas partes baixa e alta das pernas, assim como também a cabeça, ao ter o corpo amortecido pelo capô.
Nivus é o primeiro SUV totalmente projetado no Brasil e que será vendido em todo o mundo. Seu lançamento foi no Brasil e já está a disposição do consumidor brasileiro. E chega para ser o principal concorrente do recém lançado Chevrolet Tracker e com preço mais competitivo. A General Motors nunca imaginaria que a Volkswagen iria fazer um carro com estas características e recheado de muita tecnologia com a intenção de liderar o mercado no segmento.
O SUV coupé da Volkswagen inaugura um novo segmento no mercado brasileiro. Chegou para inovar em termos de conectividade e design. O Nivus chega às concessionárias de todo o Brasil no início de agosto, com uma gama enxuta de versões, preço extremamente competitivo e excelente performance para uma nova geração de consumidores.
Primeiro ‘smart car’ do País, o Nivus tem uma oferta enxuta e de baixa complexidade, tanto de versões quanto de opcionais. É oferecido nas versões Comfortline 200 TSI por R$ 85.890 e na versão Highline 200 TSI por R$ 98.290. Ambas equipadas com elevado nível de itens de série voltados para o conforto, comodidade e segurança, sem abrir mão das características visuais marcantes do modelo. Na versão PCD, bem completa, o preço e R$ 72.346.
Além do conhecido motor 200 TSI e da transmissão automática de seis marchas, o mesmo conjunto mecânico de seu irmão mais velho T-Cross, o Nivus traz de série em todas as configurações direção com assistência elétrica, seis airbags (dois frontais, dois laterais e dois de cortina), auxílio de partida em rampa (Hill Hold Control), controle eletrônico de estabilidade (ESC) e de tração (ASR), faróis, DRL e lanternas traseiras de LED, câmera de ré, volante multifuncional, isofix e top tether para fixação de cadeirinha infantil, sensor de estacionamento traseiro (Park Pilot), freios a disco nas quatro rodas, espelhos retrovisores externos eletricamente ajustáveis com função tiltdown no lado direito, saídas traseiras do ar-condicionado e USB para passageiros do banco traseiro, entre muitos outros equipamentos.
Para a versão topo de linha Highline, que chega completa, oferecendo apenas a cor como opcional, coloca o Nivus como referência em conteúdo. Ela traz de série o controle de cruzeiro adaptativo ACC (Adaptive Cruise Control), um item exclusivo nessa classe de veículo no Brasil. Também é equipado com sistemas de frenagem autônoma de emergência AEB (City Emergency Brake), Front Assist, Post Collision Brake, ar-condicionado com controle eletrônico de temperatura ‘Climatronic’, faróis de neblina em LED com função ‘Cornering Light’, revestimento dos bancos com revestimento sintético ‘Native’, rodas de liga leve de 17 polegadas, sensores de chuva e crepuscular, sensores de estacionamento traseiros e dianteiros (Park Pilot), detector de fadiga, sistema KESSY (acesso ao veículo sem o uso da chave e botão para partida do motor), entrada USB no console central dianteiro e novo volante multifuncional revestido em couro e com ‘shift-paddles’, o mesmo utilizado pelo Novo Golf na Alemanha.
A cereja do bolo fica por conta da “Ilha digital”, a combinação do painel de instrumentos configurável Active Info Display de 10,25 polegadas e da nova central de infotainment VW Play, totalmente desenvolvida no Brasil com foco no consumidor local. E itens de série no Nivus Highline. O VW Play é uma incrível tela temperada anti-risco de altíssima resolução, de 10,1 polegadas sensível ao toque, com funcionamento semelhante ao de um tablet ou smartphone, estabelecendo um novo patamar de conectividade, streaming e serviços no mercado.
Destaque para a conexão de internet via celular, manual cognitivo, APP ‘Meu VW’ pré-instalado (possibilitando o agendamento de revisões periódicas, por exemplo), e a inédita VW Play Apps, uma loja virtual exclusiva de aplicativos que podem ser baixados na memória interna de 10GB, como iFood, Deezer, Estapar, Porto Seguro, Waze, Ubook, entre outros. É uma experiência inédita de uso do infotainment como um tablet a bordo.
Confiável, eficiente e com excelente aceitação entre os clientes de Polo, Virtus e T-Cross, o motor 200 TSI Total Flex equipa as duas versões do Volkswagen Nivus, proporcionando acelerações e retomadas vigorosas. Com turbocompressor e injeção direta de combustível, gera até 128 cv de potência e excelente torque de 200 Nm já a partir de 2.000 rpm. O resultado é um Nivus extremamente ágil e esperto a todo momento. O motor 200 TSI está acoplado à uma transmissão automática de seis marchas.
Em números, o Nivus acelera de 0 a 100 km/h em apenas 10 segundos e atinge a velocidade máxima de 189 km/h, com etanol. Com relação ao consumo de combustível, obteve, conforme normas do INMETRO, 10,7 km/l (gasolina) e 7,7 km/l (etanol) no ciclo urbano, enquanto no rodoviário os dados foram de 13,2 km/l (gasolina) e 9,4 km/l (etanol).
A suspensão também foi totalmente desenvolvida para atender às necessidades dinâmicas do Nivus. E por entregar uma altura de crossover, ele acaba permitindo ao motorista assumir uma posição muito confortável ao volante.
A grande novidade é o controle de cruzeiro adaptativo ACC (Adaptive Cruise Control), que permite ao motorista determinar a velocidade que deseja trafegar e a distância que quer manter em relação ao veículo à frente. A partir destes parâmetros, o Nivus acelera e freia automaticamente em função do tráfego.
Atrelado ao ACC está o monitoramento frontal de veículos e o sistema de frenagem autônoma de emergência AEB (City Emergency Brake), que evita uma colisão frontal a até 50 km/h, freando automaticamente.
Outro recurso importantíssimo, e que está presente no Nivus, é o Post Collision Brake. Este sistema reconhece o primeiro impacto (frontal), aciona automaticamente o sistema de freios e evita colisões sequenciais.
O Nivus é produzido sobre a Estratégia Modular MQB, presente nos modelos Polo, Virtus, T-Cross, Jetta, Passat e Tiguan Allspace. Destaque para o porta-malas, com capacidade para 415 litros, número superior ao dos hatches médios e até mesmo de alguns sedãs. Suas medidas permitem o transporte de cargas volumosas, assim como a amplitude da abertura de sua tampa facilita o acesso ao compartimento com grandes objetos.
O crossover coupé transporta até cinco ocupantes com muito conforto para pernas, joelhos, ombros e cabeças.
A Câmara dos Deputados aprovou no início da noite desta terça-feira, 23 de junho de 2020, o texto-base do Projeto de Lei 3267/19, de autoria da gestão Bolsonaro, que muda diversos pontos do CTB – Código de Trânsito Brasileiro.
Em seguida, foram votadas as emendas e destaques. A votação destas emendas, que podem modificar o texto, não foi concluída e vai prosseguir nesta quarta-feira, 24.
A matéria ainda deverá ir para o Senado.
Ou seja, nada muda de imediato. Tem esse caminho no Congresso.
Pelo substitutivo preliminar do deputado federal Juscelino Filho (DEM-MA), o limite para suspensão da carteira passa a ser entre 20 e 40 pontos, de acordo com graduações, para motoristas não profissionais, de acordo com os seguintes critérios, dentro de 12 meses:
– 20 pontos se o motorista tiver cometido duas ou mais infrações gravíssimas;
– 30 pontos em caso de uma infração gravíssima
– 40 pontos sem nenhuma infração gravíssima em um ano.
Para motoristas de ônibus, caminhoneiros e outros condutores profissionais, o limite é de 40 pontos, independentemente da gravidade da infração.
Ainda em relação aos motoristas profissionais, a reciclagem obrigatória passará, pela proposta, quando o condutor chegar a 20 pontos e não mais a 14 como é atualmente.
Em relação ao tempo necessário para a renovação, a substitutivo prevê também graduações:
– A cada dez anos para motoristas com até 50 anos de idade (Hoje o prazo é de cinco anos).
– A cada cinco anos para motoristas com idades entre 50 e 70 anos
– A cada três anos para motoristas com idade igual ou superior a 70 anos (Hoje este prazo começa a valer para quem completa 65 anos).
A proposta de substitutivo mantém o exame toxicológico para motoristas de ônibus, caminhoneiros e outros condutores profissionais.
Outro ponto é criação do Registro Nacional Positivo de Condutores que sortearia para motoristas cadastrados que não tiverem multas nos últimos 12 meses um valor equivalente a 1% do saldo disponível de um fundo de segurança de trânsito. A proposta recomenda que o cadastro seja utilizado pelas seguradoras para dar descontos aos proprietários de veículos.
O projeto original quer derrubar a obrigatoriedade de uso do farol baixo nas rodovias.
A utilização do farol ou luz diurna só seria obrigatória para vans e ônibus do transporte coletivo regular nas faixas exclusivas e preferenciais, para motos e em rodovias de pista simples para qualquer veículo.
Em relação às crianças, o projeto prevê que com idade de até sete anos e meio serão transportadas nos bancos traseiros e utilizarão dispositivos de retenção adaptados ao peso e à idade (cadeirinhas ou cintos especiais, por exemplo); com idade superior a sete anos e meio e inferior a dez anos sejam transportadas nos bancos traseiros com uso do cinto de segurança.
Em nota, o grupo de mobilidade do Idec – Instituto de Defesa do Consumidor, diz que vai acompanhar a votação das emendas nesta quarta-feira, que considera que o substitutivo trouxe avanços, mas ainda o texto tem vários pontos que ainda, na visão da entidade, pode colocar em risco a vida de passageiros, pedestres e motoristas.
Embora o relator tenha melhorado o péssimo texto original que fora apresentado pelo Governo, a manutenção da duplicação da pontuação de motoristas infratores de 20 para 40 pontos abre uma brecha inaceitável na legislação. A proposta continua favorecendo a impunidade e pode agravar a situação de insegurança no trânsito que marca nossas cidades e estradas.
Apesar da Câmara dos Deputados ter modificado o aumento de pontuação, esta flexibilização coloca em risco os outros avanços que haviam sido conquistados, pois a pontuação abrange todas as infrações.
Editor de Hot Rods cria projeto de Ford Tudor 1931 com montagem rápida e mecânica inusitada, indicada para uso diário
Texto: Flávio Faria Fotos: Ricardo Kruppa
Entre os rodders, há os que preferem ter um carro mais para exposição, com tudo original, mas só rodar nos fins-de-semana, e outros, que curtem a cultura como um estilo de vida e rodam diariamente com seus projetos, normalmente com muitas adaptações para suportarem as intempéries do dia-a-dia. Editor e fotógrafo da revista Hot Rods, Ricardo Kruppa é um rodder do segundo tipo. Mesmo com muitas idas e vindas pelas estradas para acompanhar eventos e fotografar carros para a revista, a paixão pela cultura hot sempre fala mais alto e essas “andanças” pelo Brasil muitas vezes acabam acontecendo dentro de um hot rod. Carro de uso do editor, este Fordinho Tudor 1931 foi pensado para ser usado sem dó. Todo o projeto foi executado na Garage Old School, em São Paulo.
Que lata?
Apesar dos mais puristas, por vezes, torcerem o nariz, neste projeto específico a carroceria de fibra foi a melhor opção encontrada por Kruppa. “Eu estava atrás de um projeto rápido, por isso decidi fazer em fibra. A única personalização feita por mim foi no capô, que foi alongado. Esta é a única peça em lata no carro”, conta. A carroceria foi adquirida em Curitiba, das mãos do construtor Aurélio Backo, e está como veio ao mundo. “Gosto desse visual, bem nostálgico. Além disso, como não preciso me preocupar com riscos na pintura, posso curtir o carro à vontade”, explica. A única personalização foi a colocação do logo da oficina. Afinal, propaganda é a alma do negócio. Quer vitrine melhor?
Acessórios externos, como faróis, lanternas e retrovisores, foram todos trazidos nas viagens de Kruppa aos Estados Unidos, para cobertura dos eventos do Good Guys para a Hot Rods. Pouco esperto, né? As rodas foram herdadas da Veraneio, com 16” de diâmetro, e montadas em pneus 205/70. O perfil alto permite que o Fordinho enfrente as ruas esburacadas de São Paulo sem reclamar.
Por dentro, o visual é simples e funcional. Os instrumentos são originais do Fordinho e os bancos foram adaptados de um Corcel. O volante também é importado, da marca americana Grant.
Japonês
Na contramão de tudo que se costuma ver em projetos de hot rods, este Fordinho roda com mecânica japonesa. Chassi, suspensão, freios e motor são derivados de uma picape Isuzu 1991. Achou estranho? Pois saiba que a escolha não foi de propósito. Além da confiabilidade dos motores japoneses, utilizar este propulsor também teve um motivo “econômico”. “Quando pensei em montar este carro eu já tinha toda essa mecânica parada, então valeu a pena usar”, explica Kruppa.
Com 2.3L, o motor de quatro cilindros (oito válvulas) rende por volta de 100cv de potência, dependendo da configuração de alimentação. No caso do Fordinho, ela é feita por meio de carburador. Por utilizar carroceria em fibra, mais leve do que uma similar em lata, a relação peso x potência fica bastante interessante, até porque este Fordinho não foi feito para correr, mas para rodar macio, e bastante. O câmbio é mecânico, com alavanca no assoalho, de cinco velocidades. A suspensão também é original do conjunto e, por ser originário de uma picape, absorve muito bem as irregularidades do piso e transmite bastante conforto para a carroceria. O moderno sistema de freio é a disco na dianteira e a tambor na traseira. A única substituição foi da caixa de direção, original de um Mercedes Classe A.
“Já rodei mais de 20 mil quilômetros com este carro, tanto em estradas quanto no trânsito. Nunca fiquei na mão. Nesses 18 anos já tive muitos hots, mas com certeza é o meu melhor carro”, diz Kruppa. Palavra de quem entende!
Quem fez:
Garage Old School. Tel. (11) 7870-2334. Aerografia: Studio A. Te. (19) 9230-5043.